
E do quanto se sentir
Disso o mais não tem:
As ruas lotadas de gente,
Um vai e vem desatinado;
Havia uma promessa
Entre os outros e você:
Mas ninguém a entender
Dos teus medos e crenças;
Também errei o rumo
E assim vim a descobrir:
Os teus moinhos-de-vento,
A tua janela mal iluminada;
Eu quisera ter feito à mão
O desenho da tua camiseta,
Estar em volta do teu corpo;
E o futuro a quem pertence?
Venha respeito e cordialidade;
Sei que temos a nós mesmos,
Mais um pouco e estaremos lá;
Se tive muitos planos
Eu não sou mais assim:
Olhe bem na minha cara
Toda essa realidade falha;
Só não posso esquecer
Do que eu faria por você:
As coisas mais simples aqui
Vão nos considerar possíveis;
Um comentário:
quantas vezes os medos nos impedem de ser felizes
Boa semana
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